Feira de troca no Dionísio Torres atrai famílias no sábado
Toda primeira sábado do mês, a praça entre os edifícios do quarteirão 40 vira ponto de encontro sem dinheiro. A regra é simples: traga algo em condição de uso, leve o que precisar. Ninguém cobra, ninguém fica contando troco.
A feira nasceu em 2024, quando um morador postou no grupo do condomínio que tinha berço guardado e procurava quem precisasse. Responderam dez pessoas. No mês seguinte, alguém sugeriu repetir — com mesa de café compartilhado.
O que circula
No último encontro apareceram livros infantis, panelas, camisetas tamanho 10 e até uma bicicleta sem pedal que um adolescente consertou na hora. Crianças desenharam no chão com giz que sobrou da edição anterior.
"Não é caridade", enfatiza Ana Cláudia, uma das organizadoras. "É circulação. O objeto que não serve aqui serve no apartamento do lado."
Próxima edição: 5 de julho, a partir das 9h. Chuva leva para o salão de festas do bloco B — aviso no grupo do bairro.